30 de setembro de 2013

Ser Índio no 'Blá Blá Blairo no Brasil do Agronegócio'

Por Tereza Amaral


Ainda bem que já não existem as folclóricas ocas dos livros mentirosos didáticos. Mas nas páginas amareladas pelo tempo o ranço ainda range nas porteiras de infindas terras. E o país se sacode em funk, enquanto o 'pancadão' do Agronegócio passa com seu trator em cima dos direitos indígenas. É o grotesco no Sublime!
Longe de querer subestimar os Barões da Soja - ousam se intitular por Ruralistas como eufemismo - como é o caso do multimilionário nada 'rural' e plural como o senador Blairo Magg i(PR-MT), ex-governador por duas vezes naquele estado.
O império da família é proporcional a ambição para aumentar o holding de empresas ligadas ao Agronegócio. Blairo é um exemplo dos 'pobres ruralistas' prejudicados pelos povos indígenas.
Assim que se visualizam para justificar as perversas investidas em busca de terras sagradas. O Império do senador (Ver link http://revistadinheirorural.terra.com.br/secao/agronegocios/o-imperio-da-familia-maggi) vem sendo defendido por ele na presidência da Comissão de Meio Ambiente do Senado.
E a pergunta nada inadequada como o seu cargo é: como é possível? Como os brasileiros se calam diante de um homem agraciado com o prêmio de 'Motosserra de Ouro' presidir uma importante comissão como a do Meio Ambiente (link http://www.senado.leg.br/atividade/comissoes/comissao.asp?com=50&origem=SF)? 
A imprensa caiu em cima do polêmico e 'fora de lugar' pastor evangélico Feliciano que também é motivo de indagações, tal como: o que um racista declarado faz na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara? Aqui se localizam também os povos originários e quilombolas. E fica claro que as bancadas Ruralista e Evangélica - aliadas - se fortaleceram nas duas casas.
Não estamos mais falando de histórias folclóricas, mas da atualidade onde o nosso belo mosaico indígena está sendo alvo de sistemáticas manobras com vistas a tirar o direito conquistado com muito sangue. Ser índio, hoje, no pensar da política brasileira, em especial na união dessas bancadas, é viver a agonia do morrer lentamente - etnocídio - ou como o genocídio dos povos Guarani-Kaiowá.
E a ambição política orquestrada pelo Agronegócio não para por aí. Se depender do deputado federal ruralista Vander Loubet (PT) a Pasta do Ministério da Agricultura irá parar nas mãos do atual governador do Mato Grosso do Sul, o pemedebistal André Puccinelli. Leia link http://www.capitalnews.com.br/ver_not.php?id=253809&ed=Pol%C3%ADtica&cat=Not%C3%ADcias. A responsabilidade enquanto atores sociais em dar um basta e frear os 'Donos do Brasil' está em nossas mãos nas próximas eleições.

STF: Parecer favorável a acordo sobre remarcação de terra indígena em MT desconsidera 171 mil hectares

O Supremo Tribunal Federal publicou na última sexta-feira (27) parecer favorável à conciliação entre as partes no processo movido pelo Estado de Mato Grosso contra a União devido à remarcação das Terras Indígenas Kayabi, no norte do Estado. De acordo com o ministro Luiz Fux, a Câmara de Conciliação deverá emitir parecer sobre a proposta do Estado mato-grossense de que a remarcação desconsidere 171 mil hectares onde estão instaladas mais de 500 famílias, conservando aos índios área superior a 700 mil hectares.
A ação impetrada pelo Estado visa preservar a população da região de Apiacás (a 953 km de Cuiabá) que possui pequenas propriedades produtivas na região que foi remarcada como Terra Indígena. O Decreto para remarcação amplia em 936 mil hectares uma terra já demarcada, sendo 451 mil hectares em Mato Grosso e 485 mil hectares no Pará. A proposta do Estado é que somente 171 mil hectares deste total não sejam remarcados. Leia em O Documento!
 http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=440736

Ruralistas sitiam cidade no Mato Grosso contra Reserva de Desenvolvimento Sustentável

Fazendeiros locais espalham boatos, fecham acessos, queimam casas e fazem ameaças contra camponeses em Luciara, situada na região do Araguaia

A cidade de Luciara, na região do Araguaia, no nordeste do Mato Grosso, foi sitiada com episódios de violência no último final de semana. Em protesto contra os estudos para a criação de uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável em uma região de várzea nas margens do rio Araguaia, ruralistas bloquearam todos os acessos à cidade de quinta-feira, 19, a domingo, 22, queimaram duas casas de camponeses locais, expulsaram professores e estudantes universitários que visitavam a região, fizeram ameaças e espalharam boatos de que a cidade seria totalmente desocupada pelo Governo Federal, provocando revolta entre a população. Um tiro chegou a ser disparado contra a casa de José Raimundo Ribeiro da Silva, professor de filosofia e história e diácono local, e o vereador Jossiney Evangelista Silva (PSDB), indígena da etnia Kanela, foi cercado, impedido de entrar na cidade e ameaçado em um dos bloqueios. Ambos são favoráveis à criação da reserva. Leia matéria de Repórter Brasil! http://reporterbrasil.org.br/2013/09/contra-reserva-de-desenvolvimento-sustentavel-ruralistas-sitiam-cidade-no-mato-grosso/
Foto tiro de bala no portão da casa de José Raimundo Ribeiro da Silva

Arquivo Repórter Brasil

Acorda Para Nosso Nióbio em Terras Indígenas, Brasil!

Por Nickson Lima (Rede social Facebook)

"Vamos, amigos, vejam esse vídeo e espalhem ao máximo e descubram o grande esquema que está por traz das demarcações indígenas aqui em Roraima!" !
Vejam Vídeo! https://www.facebook.com/photo.php?v=432616713501779&set=vb.100002603611798&type=2&theater
Ilustração _ G1.com.br

Sonia Guajajara: convocatória

Vergonha! Imprensa brasileira quase não noticia a causa indígena e quando o faz é assim: "Indígenas voltam a invadir propriedade rural em Sananduva e espalham clima de tensão no norte do Estado"

Cerca de cem índios invadiram uma propriedade rural em Sananduva, no norte do Estado, na manhã desta segunda-feira. Esta é a segunda vez que uma propriedade do município é invadida em menos de três meses. Os indígenas reivindicam a demarcação de uma área de 1,9 mil hectares em Sananduva e em Cacique Doble. Leiam em Zero Hora!
Foto Arquivo Kaingang _ Povos Indígenas do Brasil

"Brasília não escuta a gente", diz chefe do povo Kuikuro

Em Paris para a abertura da exposição Genesis, de Sebastião Salgado, Afukaká Kuikuru defende os indígenas e critica o ataque aos seus direitos no Congresso. Foto: Carlos Fausto. Leia matéria!http://www.ihu.unisinos.br/noticias/524214--qbrasilia-nao-escuta-a-genteq-diz-chefe-do-povo-kuikurokuro

Povos originários e os entraves na efetivação de seus direitos constitucionais. Entrevista especial com José Otávio Catafesto

Constituição Federal de 1988 começou a reverter um processo multissecular de exclusão social e de violência física e cultural perpetrados sobre os povos originários existentes no território em que se inventou e construiu o Brasil desde 1500, constata o etnoarqueólogo.
Para o professor José Otávio Catafesto, a Constituição Federal de 1988 garantiu um novo marco teórico e formal na condução da causa indígena, gerando um novo projeto de Brasil, mas que precisa avançar na sua implantação. “Se esse marco for implantado na íntegra, isso vai transformar futuramente o Brasil numa Confederação Internacional de coletivos ameríndiosquilombolas,negros e de outras ascendências étnicas integrados neste vasto território gerenciado pelos poderes do nosso Estado, reconhecendo o direito de autodeterminação desses grupos, confrontando o controle ideológico das igrejas e a hegemonia da lógica do mercado”, sustenta José Otávio Catafesto, em entrevista por e-mail à IHU On-Line. Confira!http://migre.me/gf47k
Foto Ilustração _ João Ramid

Um Índio - Doces Bárbaros - Bethânia, Caetano, Gil e Gal. Vejam Vídeo!


Foto _ Alice Kohler

Um Índio - Doces Bárbaros - Bethânia - Caetano - Gil e Gal

“O movimento indígena se fortaleceu, é hora de ir para o embate"

Foto _ Carta Capital


Sônia Guajajara é hoje a porta-voz do movimento indígena brasileiro. Recém nomeada Coordenadora Executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), ela convoca os índios e toda a sociedade brasileira para uma mobilização nacional em defesa dos direitos indígenas conquistados há exatamente 25 anos com a Constituição Federal. Leia entrevista com Sônia Guajajara concedida à Maria Emília Coelho, jornalista e coordenadora de comunicação do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), e publicada pela Carta Capital, 28-09-2013 e postada nesta segunda-feira pelo Instituto Humanitas Unisinos!

As entranhas do poder exercido pela Sesai

Foto Arquivo _ Cimi

O chamado Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (Sasi-SUS) desde os seus primeiros passos no início da década de noventa sempre esteve imerso em um ambiente institucional burocrático, tecnicista e autoritário. O próprio Sistema Único de Saúde (SUS), apesar de conter em seus princípios constitucionais as respeitáveis diretrizes teóricas da democratização e da descentralização das decisões, cada vez mais padece dos mesmos males, a ponto da maioria dos conselhos e das próprias conferências de saúde serem hoje meras figuras decorativas nas mãos dos gestores políticos da saúde pública no país. Leia matéria de Paulo Daniel Moraes, Cimi Manaus!http://mobilizacaonacionalindigena.wordpress.com/2013/09/25/as-entranhas-do-poder-exercido-pela-sesai/

Apoio de Carlos Marés à Mobilização Nacional Indígena

Procurador do estado do Paraná, ex-presidente da Funai  e  membro fundador do Instituto Socioambiental critica severamente os poderes Legislativo e Executivo. Veja Vídeo!

Ruralistas: Bancada do Ódio por Índios e Ambientalistas

Por Tereza Amaral

Cruéis ao ponto de vaiarem o anúncio do duplo assassinato do casal de extrativistas José Cláudio e Maria do Espírito Santo, na Câmara Federal,(Ver Link https://www.youtube.com/watch?v=1SQXoz78qIk) e inimigos declarados dos povos indígenas. Eles são a Bancada Ruralista,  a maior  do Congresso Nacional com 162 deputados federais e 11 senadores, número este questionável e de acordo com dados da Frente Parlamentar Agropecuária (Ver link http://migre.me/geZhQ).

O novo 'coronelismo' do Agronegócio também usa saia e tem forte representante feminina na figura da senadora Kátia Abreu. Todos em defesa apenas de interesses próprios - a expansão desenfreada do Agronegócio - pisoteiam com suas 'botas sujas de esterco de gado' os direitos indígenas, passando por cima da Constituição Federal e até de convenção internacional como a 169 da OIT. O que o Parlamento do Agronegócio brasileiro quer é fácil de ver e compreender em minutos olhando o site da FPA: usurpar ainda mais o direito adquirido pelos povos originários (Ver Link http://migre.me/geZje).
Criança Guarani-Kaiowá no Mato Grosso do Sul, MPF
O AI-5 dos índios - PEC 215 - que transfere do Executivo para o Legislativo a demarcação de TIs (Terras Indígenas) é a perversa manobra dessa bancada que inconstitucionalmente e de forma arbitrária quer aumentar o débito histórico que o Brasil possui com 305 etnias que falam 274 idiomas numa densidade demográfica de 896,9 habitantes originários.
Pistoleiros do Agrocrime, Agência Brasil
Já passa da hora do eleitorado redesenhar o mapa dos parlamentares no Brasil.
No próximo ano teremos a oportunidade de redemocratizar o país, tangendo num 'coice eleitoral' muitos desses inimigos que querem extinguir entre os mais belos mosaicos indígenas do mundo.
O desenvolvimento às custas do genocídio e etnocídio de povos originários, vale ressaltar que sob a vista grossa da presidente Dilma Rousseff com sua política sem ecoeficiência, é uma mancha vermelha de sangue nas terras sagradas dos verdadeiros donos do país. Saiba mais sobre a PEC 215!Ver link http://migre.me/geZjZ 
Foto _ Luiz Alves, Agência Câmara

29 de setembro de 2013

Maria Rita Kehl e Davi Kopenawa: Não quero mais morrer outra vez

 Foto _ Davi Kopenawa Yanomami pela fotógrafa do museu
de Oslo Anne Christine Eek
Em agosto deste ano, visitei pela Comissão da Verdade uma aldeia ianomâmi, para investigar as violações sofridas pelos indígenas durante a abertura da estrada Perimetral Norte, a partir de 1974.
Ao final do testemunho de quatro anciãos, Davi Kopenawa, um dos mais influentes pajés da aldeia, concedeu o depoimento que se segue.
Os ianomâmis e irmãos indígenas irão a Brasília no dia 2 para protestar contra a proposta de emenda constitucional 215, que retira do Executivo o poder de demarcar terras indígenas, em favor dos congressistas.
"Eu não sabia que existia governo. Veio chegando de longe até nossa terra: são pensamentos diferentes de nós. Pensamentos de tirar mercadoria da terra: ouro, diamantes, cassiterita, madeira, pedras preciosas. Matam árvores, destroem a terra mãe, como o povo indígena fala. Ela é que cuida de nós. Ela nasceu, a natureza grande, para a gente usar.
Eu não sabia que o governo ia fazer estradas aqui. Autoridade não avisou antes de destruir nosso meio ambiente, antes de matar nosso povo. Não só os ianomâmi: o povo do Brasil. A estrada é um caminho de invasores, de garimpo, de agricultores, de pescadores. Tiram 'biopirataria' sem avisar nós. Estradas que o governo construiu começaram lá em Belém, depois Amapá, Manaus, Boa Vista. Mataram nossos parentes waimiri-atroari. É trabalho ilegal. O branco usa palavra ilegal.
 Leia Mais em Folha de São Paulo!http://migre.me/geFqn

Incêndio na Reserva Indígena dos Areões: Risco de vida para índios Xavante e quem trafega pela BR 158



Um incêndio de grandes proporções se alastra pela Reserva Indígena Areões, no município de Nova Nazaré, na altura do quilômetro 600, próximo a agrovila do projeto de Assentamento Santa Maria em Água Boa (730 km de Cuiabá).
O fogo se alastra rapidamente em razão da forte seca que assola a região e a baixa intensidade do ar, consumindo uma grande área da reserva, estimada se que já tenha queimado mais 1.000ha de cerrado na reserva, além de ter se alastrado para as fazendas vizinhas. Não foi encontrado no local ou na região onde o fogo se alastra nenhuma equipe de combate a incêndios.

Pelo Direito Indígena JÁ!

Começando neste domingo até o dia 05 de outubro a Mobilização Nacional Indígena. Veja programação e Participe!http://migre.me/geEEZ

Mobilização Nacional Indígena. Avante!

Ação Urgente: Indígenas Guarani-Kaiowá ameaçados no Brasil

No dia 15 de setembro de 2013, cerca de 60 Guarani‑Kaiowá da comunidade Apyka´i e de outras aldeias ocuparam a terra, onde atualmente há um canavial. Eles viveram nesta terra desde o século XIX, depois foram expulsos e estão acampados à beira de uma rodovia desde 1999. Desde que retomaram a terra, membros da comunidade relatam que seguranças de uma empresa privada trabalhando no canavial ameaçam matá-los.A Fundação Nacional do Índio (FUNAI) deveria ter definido a terra ancestral da comunidade Apyka'I em 2010, pelo compromisso assumido em Termo de Ajuste de Conduta assinado em novembro de 2007 pela Funai, Ministério da Justiça, Ministério Público Federal e 23 líderes indígenas.A comunidade Guarani-Kaiowá de Apyka´i denunciou ao Ministério Público Federal que vem sendo ameaçada pelos vigias, que também a impede de recolher água de um córrego que atravessa o canavial. Funcionários dessa empresa de segurança foram acusados de crimes, incluindo dois assassinatos, em processos ainda em andamento. O procurador da República afirmou que a empresa realiza atividades “indiscutivelmente ilícitas” e demandou seu fechamento. Leia matéria do Cimi!
http://migre.me/geE3T
Foto _ Cimi

26 de setembro de 2013

Apesar de Admitir que PEC 215 Ameaça Direitos Indígenas, Ministro do STF Luis Roberto Barroso Indefere Pedido de Retirada da Tramitação Legislativa

Foto: Sizan Luis Esberci
   Apesar de reconhecer que há violações aos direitos fundamentais dos Povos Originários no PEC 215, o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Luis Roberto Barroso, resolveu no último dia 24/09/2013, argumentar a importância do debate público e afirmativo da garantia dos direitos constitucionais indígenas sobre o Projeto de Emenda Constitucional, indeferindo o pedido de liminar no mandato de segurança MS(32262) apresentado pela Frente Parlamentar de Apoio aos Povos Indígenas.
    Após a Constituição do Brasil de 1988, assegurar aos povos indígenas o respeito à sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e reconhecer, principalmente, o direito originário sobre as terras que tradicionalmente ocupam, esta decisão do STF vem a chover no molhado se mostrando como uma insensibilidade crônica das instituições federais, uma vez que essa proposta é inconstitucional e já se apresenta como uma violação dos direitos fundamentais. É notório que a estratégia do atual governo, autointitulado de esquerda, é mobilizar sempre as massas, "batendo com uma mão e afagando com a outra", no tradicional "quem não chora não mama". Isso funciona bem com o homem da cidade, acostumado com a selvageria do cotidiano e com o individualismo.
    A violação aos direitos dos Povos Originários não esta só na ameaça do PEC, mas principalmente na incerteza que seu tramite legal causa. Ao analisar apenas a plausibilidade jurídica do pedido (o chamado fumus boni iuris) e o risco alegadamente existente na tramitação da PEC (o periculum in mora), o Ministro "legalista" se esquece que a insegurança e a ameaça obrigam o deslocamento de diversos grupos para os centros urbanos e políticos do país imprimindo uma cultura de "guerra" contra grupos sociais favoráveis ao PEC, que atinge todas as faixas etárias destes povos, o que por si só, já é uma grande interferência no modo de vida e na cultura já fragilizada historicamente. Certamente mais uma perversidade do "branco" e mais uma violação dos direitos humanos. Leia mais em: http://migre.me/gdgdU e em http://migre.me/gdgeT

 

 

 

Povo Guarani do Jaraguá - SP exige do Governo Federal a demarcação de sua Tekoha em manifestação que fecha a Rodovia dos Bandeirantes -

    Os adoráveis Guaranis do Jaraguá - SP, numa grande reunião PACÍFICA com mais de 300 parentes de todas aldeias de São Paulo, estão agora bloqueando a rodovia dos Bandeirantes, para fazer com que todos e todas saibam de sua existência, de sua luta pela terra sagrada para garantir o futuro de suas crianças e espaço suficiente para manterem o seu modo de vida, que hoje representa o grande patrimônio imaterial de nosso País.
     Em um manifesto com pautas bem definidas (leia na íntegra: https://www.facebook.com/yvyrupa), os Guaranis do Jaraguá exigem que os Deputados Federais arquivem a PEC 215, que parem de tentar destruir o direito dos Povos Indígenas do Brasil, que o Ministro da Justiça publique as portarias declaratóris de Tekohá Jaraguá e Tekohá Tenondé Porã e que o Governador do Estado de São Paulo retire as ações Judiciais contra os parentes que tem áreas em sobreposição com os parques estaduais.


Fonte: Comissão Guarani Yvyrupa - CGY


    Embora a manifestação seja pacífica por parte dos parentes Guaranis, devemos manter a MÁXIMA ATENÇÃO sobre o policiamento paulistano, que em diversas situações já mostrou não ter o mínimo preparo para lidar com situações desta natureza.

25 de setembro de 2013

Elevada Taxa de Mortalidade Infantil em Comunidades Indígenas é Acobertada por Órgãos Governamentais - Apoie a Petição da ATINI


Foto: Luciano Silva
    Enquanto a média nacional das taxas de mortalidade infantil giram entorno de 15,6 mortes por 1000 nascidos vivos, entre os Ianomâmis esta taxa é de mais de cem mortes por mil nascidos vivos, entre os Xavantes contabilizam oitenta mortes por mil nascidos vivos, no Vale do Javari, cem mortes por mil nascidos vivos, os Kaiapós do Pará, registram mais de setenta mortos por mil nascidos vivos. Uma realidade inaceitável!
        Pensando em solucionar, ou pelo menos pressionar os órgãos responsáveis, a ATINI - VOZ PELA VIDA, uma organização sem fins lucrativos, sediada em Brasília - DF, e que atua na defesa do direito das crianças indígenas, deu início a uma petição direcionada aos Deputados Estaduais, Federais e demais autoridades, pedindo que eles ouçam o choro dos Ianomâmis, dos Xavantes, dos Guaranis, dos Kaiowás, dos Terenas, dos Pataxós, dos Kaiapós, de todas as crianças indígenas das terras dos Tocantins, do Araguaia, do Amazonas e do Vale do Javarí. 
    Ouçam todos com cuidado os choros da floresta, pois se lágrimas tiverem, podem ser as últimas a serem derramadas de rostos franzinos e de olhos sem esperanças.  

Assine a petição: http://migre.me/gcEO6

Incendiada Casa de Mais um Indígena no Conflito de Luciara- MS a Mando de Fazendeiros e Comerciantes locais

Fonte; Articulação Xingú-Araguaia
     Luciara - MS é uma cidade de pouco mais de 2000 habitantes e desde a semana passada tornou-se cenário de uma barbárie praticada por grileiros. A cidade tem sido alvo de um conflito que se desenrola entre retireiros e grileiros desde a intenção manifesta do Instituto Chico Mendes em transformar 110.000 hectares da cidade em Reserva de Desenvolvimento Sustentável. Contrários à criação do parque e a mando dos fazendeiros e comerciantes locais, grileiros têm impedido o acesso ao local de Geólogos e estudantes da UFMT, tendo feito dois deles reféns. Na noite do último sábado o retiro do índio Kanela e Vereador Jossinei Evangelista foi queimado. Ao tentar voltar de seu retiro para sua casa na cidade o indígena foi impedido de entrar e mesmo com a presença de um policial no local, nada foi feito. No domingo, o retiro de Domingos, pai do vereador também foi queimado. O conflito entre grileiros e os retireiros do Araguaia em Luciara é antigo, porém nestes últimos dias, Luciara vive uma onda de terror e perseguição sem precedentes por parte de fazendeiros e comerciantes da cidade contrários à luta dos retireiros. Eles usam a desinformação e controle político para tentar colocar a população da cidade contra os retireiros. Confira em CIMI: http://migre.me/gcBtT e informações locais no site da AXA: http://www.axa.org.br/direitos-humanos/2077 
    

Instituto Chico Mendes Manifesta-se Contrário à Usina Cachoeira dos Patos no Complexo Tapajós


Após recomendação do MPF (Ministério Público Federal) e manifestação contrária do Instituto Chico Mendes, Governo paralisa licenciamento da Usina de Cachoeira dos Patos no complexo Tapajós. O MPF, já em 29 de julho, apontava os mesmos tipos de problemas observados em todos outros processos de licenciamento de Usinas para os rios Tapajós, Teles Pires, Jamanxim e Juruena, entre os estados do Pará e Mato Grosso, onde o processo de Avaliação Ambiental Integrada não foi feito em descumprimento à legislação ambiental brasileira. O MMA informou a suspensão no ofício de Gaetani onde junto, foram encaminhados documentos do Ibama, assinados pela diretora de licenciamento Gisela Damm, em que ela afirma que não vai atender a recomendação do MPF, mas que paralisou a usina porque o Instituto Chico Mendes (ICMBio) manifestou-se contrário ao projeto. De acordo com o documento, o alagamento de territórios de Unidades de Conservação impede a continuidade do projeto. Certamente, há um desmando no governo no que tange à obedecer às determinações da Procuradoria da República. Confira: http://migre.me/gcuvI

24 de setembro de 2013

Tribunal Regional Federal da 4ª Região Condena FUNAI a Pagar por Complementação de Terras na Reserva Indígena Inká Kondá, Imediações de Chapecó (SC) 


 Foto: Luciane Santos

      Numa decisão inédita tomada na última semana, o TRF4 decidiu condenar a FUNAI a comprar 424 ha para complementação das terras na reserva indígena Inká Kondá em Chapecó, SC, que deveriam ter 2500 ha. A decisão foi tomada após a FUNAI descumprir um TAC do edital que obrigava a Instituição a adiquirir parte das terras juntamente com o Consórcio Energético Foz do Chapecó, vencedor do edital para aproveitamento energético na região. A relatora do caso na corte, desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, afirma a preocupação com as gerações futuras, e deu prazo de 90 dias para cumprimento da decisão. A FUNAI recorreu da decisão julgada em primeira instância. Veja no site do TRF4: http://migre.me/gc60c

Rights and Resource Initiative Apresenta Estudo Sobre Exploração Comercial em Terras Indígenas

 

    A organização estadunidense apresentou estudo em Interlaken, Suiça, nesta quinta-feira, 19 apontando que 1/3 das terras concedidas para diversos tipos de explorações comerciais, por governos em países emergentes, estão em áreas indígenas.
    O estudo aponta, entre outros conflitos, que no Mato Grosso do Sul, Brasil, 7640 hectares de área para cultivo de SOJA estão dentro da Terra Indígena Tekoha Takuara, além de 86% das áreas de interesse na Argentina em terras reivindicadas por etnias. A Advogada brasileira Fernanda Almeida, que participou do estudo destacou a importância do diálogo antes da instalação de qualquer empreendimento.
    Embora o estudo tenha apontado apenas o cenário dos conflitos agrícolas, no Brasil a atenção se estende para as áreas de interesse para mineração. Veja os links: Ecodebate - http://migre.me/gc2GY e Rights and Resources Initiative - http://migre.me/gc3gP.

23 de setembro de 2013

De Olho!

O potencial mineral da Bahia tem atraído muitas empresas mineradoras e o Estado é o grande parceiro, viabilizando infraestrutura, públicas ou financiadas com recursos públicos, com previsão de investimento de 6,5 bilhões de dólares no setor, entre os anos de 2012 a 2016 – 8,71% do total nacional (75 bilhões de dólares).
 Isto significa cerca de 25% de todo investimento econômico no Estado, neste período. Por outro lado, as populações que vivem nos entornos dos empreendimentos amargam todo tipo de violação de direitos, como a expulsão do seu territórios, contaminação das águas, ar, poluição sonora, aumento de doenças decorrentes da exploração mineral, entre outros impactos negativos, e com total falta de políticas públicas socioambientais, econômicas e culturais.
 Pra refletir sobre o avanço da mineração na Bahia, a Comissão Pastoral da Terra (CPT/BA) realiza o II Encontro de Atingidos pela Mineração nos dias 24 e 25/09/2013, próximas terça-feira e quarta-feira, na Organização Fraternal São José (Av. Luiz Tarquínio, 18 – Roma), das 9h às 18h, na terça; e das 9h às 13h, na quarta. No evento, intitulado Mineração: progresso ou destruição? depoimentos dos atingidos sobre os problemas enfrentados com a instalação das mineradores, sobretudo nas áreas de comunidades tradicionais (quilombolas, indígenas e fundo de pasto).Leia Mais!http://cptba.org.br/2013/09/23/mineracao-progresso-ou-destruicao-e-tema-de-encontro-realizado-pela-cpt/#more-2692

Em MS, ocupação de índios na sede da Sesai completa cinco dias

Coordenador pediu reintegração de posse. Atividades estão paradas.
Grupo assinou documento que pede a saída do coordenador do órgão. Leia sobre!http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2013/09/em-ms-ocupacao-de-indios-na-sede-da-sesai-completa-cinco-dias.html
Índios ocupam DSEI em MS e pedem exoneração de coordenador (Foto: Tatiane Queiroz/ G1 MS)


Zona de Risco: Almir Suruí, o guardião digital da Amazônia

Amazon Evening
Almir Suruí trouxe o mundo pós-moderno Floresta Amazônica adentro. Na Terra Indígena Sete de Setembro, fronteira entre Rondônia e Mato Grosso, firmou uma inédita parceria de povos indígenas brasileiros com a empresa americana Google para usar documentação digital e mapeamento por satélite como ferramentas de conservação. Além disso, os suruís (ou Paiter, o “Povo Verdadeiro”, como se autodenominam) foram pioneiros na venda de créditos de carbono, com uso do mecanismo de recompensa financeira pelo não desflorestamento, o Redd. “Os suruís usam a tecnologia para se reconectar com suas raízes”, diz o líder de uma etnia que teve seu primeiro contato apenas em 1969. Com os brancos, vieram as doenças, o álcool e a disputa pela terra. Os paiters foram reduzidos a meros 200 indivíduos, menos de 5% de sua população, na época do contato de 5 mil índios (parte dessa saga foi captada pelas lentes de Jesko von Puttkamer, em 1971, para uma reportagem de NATIONAL GEOGRAPHIC). Leia!
http://www.onortao.com.br/noticias/zona-de-risco-almir-surui-o-guardiao-digital-da-amazonia,6144.php


Cimi nasce na década de 70 para tentar evitar a morte dos indígenas. Conheça o Conselho Indigenista Missionário!

Vídeo feito antes do último Censo do IBGE. Atualizando dados no Link!http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&idnoticia=2194

22 de setembro de 2013

Biólogos e Força Nacional em Tapajós (PA): Relato de censura e sonegação de informações sobre o pacote de hidrelétricas

Jornalista inglesa e equipe são hostilizados por pesquisador e homens da Força Nacional


Pode-se imaginar a minha surpresa quando desci do ônibus na parada para o almoço, numa comunidade no Km 180 da Transamazônica, no trecho Itaituba-Jacareacanga, longe das margens do Tapajós, onde são realizados os estudos, e vi um grupo de biólogos, cercados de soldados ostensivamente armados, sentados numa mesa ao lado. Como jornalista, queria saber como eles se sentiam trabalhando nessas condições.
Aproximei-me deles e me apresentei, gentilmente, mas, em seguida, um homem se levantou e se identificou como chefe dos trabalhos. Dirigindo-se a mim numa maneira bastante agressiva, disse que os pesquisadores estavam proibidos taxativamente de falar comigo. Respondi, outra vez com cortesia, “então, posso falar com o senhor?”. “Muito menos comigo! Muito menos comigo!” gritou ele em voz tão alta que deu para ser ouvido no restaurante todo. Imediatamente, os soldados ficaram em alerta.

E ele continuou, em tom elevado e ríspido: “Vocês desqualificaram meu trabalho. Vocês não tem nenhuma credibilidade!”, entre outros impropérios. Reagi, dizendo que ele não me conhecia – era a primeira vez que nos víamos – que eu era uma jornalista estrangeira fazendo matérias para a BBC de Londres, um órgão da imprensa mundialmente respeitado, que ele não tinha nenhum direito de me insultar dessa forma. Ele respondeu com mais insultos e me afastei. Um soldado levanta-se e posta-se intimidativo ao lado da minha colega Nayana Fernandes que tentava fotografar a cena. Leia Mais em Língua
Ferina:http://candidoneto.blogspot.com.br/2013/09/jornalista-inglesa-e-sua-equipe-sao.html

Foto _ Nayana Fernandez

Articulação dos Povos Indígenas do Brasil convoca mobilização nacional em defesa da Constituição Federal

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), composta pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (APOINME), Articulação dos Povos Indígenas do Sul (Arpinsul), Articulação dos Povos Indígenas do Sudeste (ARPINSUDESTE), Conselho dos Povos Indígenas de Mato Grosso do Sul e pela Grande Assembléia do Povo Guarani (ATY GUASU), que, por sua vez, reúnem na sua base centenas de associações e comunidades indígenas, considerando:
Que os direitos constitucionais dos povos indígenas, dos quilombolas e de outras populações tradicionais, assim como os seus territórios, encontram-se sob forte ataque por parte de interesses econômicos poderosos, que defendem o seu direito à propriedade mas não respeitam os nossos direitos coletivos à nossa terra sagrada, e ainda querem tomar para si as terras públicas e os seus recursos naturais; Leia Mais!http://mobilizacaonacionalindigena.wordpress.com/2013/08/26/12/
Foto Mobilização indígena na Esplanada dos Ministérios contra PEC 215 e PLP 227 _ Site

Deputados ruralistas vão ter domínio completo de comissão de terras indígenas

Por Evandro Éboli (O Globo, Brasília)

A bancada ruralista parte para dominar mais uma comissão da Câmara. A terceira. Eles já controlam a Comissão da Agricultura e a Comissão da Amazônia. Agora, esse grupo terá quase a totalidade dos integrantes da comissão especial que discutirá proposta que transfere as demarcações de terras indígenas para o Congresso Nacional, tese que tem a dura oposição do governo. Leia em Cimi!http://migre.me/gaDmx
Foto Ilustração _ Capa do Livro de Pedro Alves

21 de setembro de 2013

Mais um suicídio de jovem Guarani-Kaiowá em 24 horas. Uma indígena de apenas 19 anos se mata na Aldeia Amambai

Vilson Nascimento
Uma indígena de 19 anos cometeu suicídio ao se enforcar com uma corda amarrada no galho de uma árvore situada próxima a casa onde morava, em Amambai.
O fato aconteceu na madrugada desse sábado (21) na Aldeia Amambai, situada a cerca de 5 quilômetros da cidade. Leia Mais!http://www.agazetanews.com.br/noticia/policia/75481/ndia-de-19-anos-comete-suicidio-na-aldeia-amambai

Baixando a Bola... Ruralistas não nos alimenta e nem nos representa, mas promovem GENOCÍDIO indígena!

Assista ao Vídeo que 'desenha' o lucro ruralista em detrimento às sistemáticas investidas contra os direitos indígenas!

Salvando os Botos...Assinem Petição!

Por que isto é importante  


Não sejamos omissos, vamos provar que a população de Laguna quer salvar e preservar os botos pescadores.Juntos alcançaremos sucesso nessa luta em favor da Vida.HÁ 20 ANOS ERAM 80, HOJE 40, a omissão, o desrespeito a Lei e a falta de fiscalização efetiva, poderá levar a extinção em um futuro próximo.
OS BOTOS PEDEM SOCORROOutrora a colonia dos botos habitavam todo o complexo lagunar, com o aterro do canal de Cabeçudas já quase não transpassam para o lado norte do
Foto Ilustração _ Renato Soares em rio Negro (AM)
complexo, habitando mais o estuário do rio Tubarão e pouco mais de meia duzia ainda permaneciam a oeste da lagoa Santo Antonio. Recentemente com as instalações dos canteiros de obras da ponte Anita Garibaldi, abandonaram de vez aquele lado da lagoa, aumentando a concentração no estuário do rio, canal da barra e lado norte do molhes da barra, canto sul da praia do Mar Grosso, sendo notados também por Itapirubá e praias de Imbituba e Jaguaruna. Essa movimentação e migração de espaços é preocupante para a espécie, não bastando as poluições citadas acima, estão sendo expulsos de sua casa, situação que vai levar ao desaparecimento do Santuário de Laguna ou até a sua extinção. 

Problemas que afetam o Santuário. 01 - Resíduos sólidos e líquidos jogados no complexo lagunar.02 - Dejetos de agrotóxicos e metais pesados jogados por arrozeiros e feculárias nos rios Tubarão e Dunas.03 - Redes clandestinas atravessadas durante a noite no rio Tubarão e Canal da Barra.04 - Manobras radicais de jet ski no Canal da Barra e molhes norte.
A solução existe, como Patrimônio Cultural e Imaterial de Laguna, cabe aplicar a Lei 817/2001a -Fiscalização efetiva e eficaz nas lagoas e rios. b -Inspeção ambiental nos arrozeiros e feculárias nas regiões dos rios citados.c -Coibir velocidades e manobras radicais de jet skis e eventos motorizados no canal da barra e proximidades.

d -Instalar um posto da Policia Ambiental na praça Seival com o alerta preventivo.
Para mais informações contate:
Email: receptivolaguna@hotmail.com
TELEFONES (48) 99482224(TIM) / 91882224(VIVO)
Fan Page :Turismo Ecológico-Baleias e Golfinhos

Pesquisadores vão percorrer o Rio Xingu em busca de espécies ameaçadas por Belo Monte


Médio Xingu por Alice Kohler
Por ISA

Especialistas de diversas áreas da ictiofauna à geologia vão documentar a biodiversidade da Volta Grande do Xingu, antes que este trecho do rio seja represado pela UHE de Belo Monte e espécies desapareçam. Leia matéria!http://migre.me/ga1CY

20 de setembro de 2013

DEBATE AO VIVO. Acompanhe!

Começando o debate sobre os principais projetos e medidas que atentam contra os direitos indígenas, como a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215 e o Projeto de Lei Complementar (PLP) 227, entre outros.

Participam Márcio Santilli (ISA), Kléber Karipuna (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - Apib), Márcio Astrini (Greenpeace) e o deputado Ivan Valente (PSOL-SP)." AQUI! http://canalpostv.blogspot.com.br/

Planalto 'Responde' ao Cerco do Cacique Ládio Veron




Assessoria do Planalto responde de forma evasiva sobre o cerco ao Cacique Ládio Veron, conforme o inbox da página de mensagens da presidente Dilma. Mais um motivo para assinarmos a petição do link abaixo!


LUTO! Mais um suicídio de Jovem Guarani-Kaiowá

Adolescente de 15 anos comete suicídio em Amambai

Por Vilson Nascimento
Uma adolescente indígena de 15 anos tirou a própria vida ao se enforcar dentro de casa na tarde dessa quinta-feira, 19 de setembro, na Aldeia Amambai, em Amambai. Leia Mais em A Gazeta News!http://migre.me/g9zCm
Foto ILUSTRAÇÃO _ Lunae Parracho

AJUDANDO!

Por Coletivo Terra Vermelha

Recebemos agora a solicitação dos Irmãos Índios que estão ocupando o DSEI, Campo Grande MS para os Amigos levarem alimentos, colchões para lá. Hoje ainda se possível, senão amanhã. Bom levar também tintas, faixas, cartazes para "decorar" a fachada. Temos que arrumar gesso em pedras, reboco para escrever no asfalto. 

Foto Ilustração _ Alice Kohler